Há décadas a Marvel
Comics e a DC Comics, as duas principais editoras de quadrinhos
norte-americanas, tratam a todos como idiotas. Ponto de Ignição,
série mensal da Panini Comics que traduz a série Flashpoint e
derivados não é diferente.
A arte de Francis
Manapul (em Flash #9-10) é excelente, lembrando um saudosismo
adequado ao Flash, mas nem tanto à série que tenta simular um CSI
com super-heróis e a arte de Scott Kollins não fede nem cheira em
Flash #11, até por que ele tenta emular Manapul, mas o texto de
Geoff Johns não chega a lugar algum em termos de novidades.
A Panini usa um
artifício inteligente. Junta a série do Flash, na verdade um arco
tipo “Road to the Flashpoint” que antecede o evento com a série
principal num mesma série fazendo com que o leitor economize na
compra.
Um Barry Allen de uma
das 51 outras Terras (são 52, você se lembra correto?) vem de sua
linha de tempo para corrigir uma anomalia na nossa e acaba
acreditando que a anomalia é Bart Allen (hoje Kid Flash,
anteriormente Impulso e Flash) neto de Barry. Enquanto isto o leitor
descobre que a anomalia é o Flash Reverso!
A arte de Francis
Manapul (em Flash #9-10) é excelente, lembrando um saudosismo
adequado ao Flash, mas nem tanto à série que tenta simular um CSI
com super-heróis e a arte de Scott Kollins não fede nem cheira em
Flash #11, até por que ele tenta emular Manapul, mas o texto de
Geoff Johns não chega a lugar algum em termos de novidades.
Ora um sujeito do
futuro avisa de uma desgraça, ele é recebido à supapos e os heróis
não conseguem impedi-la, sendo, por fim a realidade reconstruída.
Qual é a novidade
disso?
Achei que X-Men: A Era
do Apocalipse fosse sobre isso?
A Panini usa um
artifício inteligente. Junta a série do Flash, na verdade um arco
tipo “Road to the Flashpoint” que antecede o evento com a série
principal num mesma série fazendo com que o leitor economize na
compra.
Independentemente da
bobajada que faz a reestruturação da realidade a série principal
tem alguns spin offs interessantes como a série do Batman (na
realidade Flashpoint o homem-morcego é Thomas Wayne, o pai que
sobrevive à morte da esposa e filho), mas nota-se uma suprema
forçada de barra para fazer o leitor acreditar em tamanha repetição
de tramas.
Lembre-se que após a
conclusão de Ponto de Ignição se espera que se inicie no Brasil a
publicação d'Os Novos 52 – a famosa reformulação da DC Comics.
Quem viver verá!
Quem viver verá!
